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Melodias imortais de um mestre da MPB – Música Pop Brasileira Guilherme Arantes ‘Lótus’ (CD) e ‘Intimidade’ (CD/DVD)

De onde nasce uma canção? Até hoje ninguém conseguiu dar uma explicação convincente sobre o assunto. Para a maioria das pessoas, no entanto, isso nem é importante: o grande público quer mesmo é ouvir grandes canções, não importa de onde elas venham. Pois escrever grandes canções e levá-las ao grande público é a especialidade de Guilherme Arantes, um dos maiores compositores da música brasileira.

Guilherme Arantes está de volta com ‘Lótus’, seu primeiro disco em quatro anos. Mas essa coleção de 12 belas e inéditas canções não é o único motivo que os amantes da boa música têm para comemorar. A Som Livre está lançando também um especial da série ‘Intimidade’, CD e DVD com Guilherme Arantes e banda tocando no maior ‘clima’, no estúdio de sua casa. De forma descontraída – e deliciosa –, a apresentação é um desfile de grandes sucessos dos seus mais de 25 anos de carreira: tem ‘Planeta Água’, hino ecológico de 1981, muito antes do meio ambiente virar moda entre os descolados de plantão; ‘Cheia de Charme’, favorita daqueles que tinham um desejo enorme de se aventurar pelos anos 80; ‘Meu Mundo e Nada Mais’, da trilha da novela ‘Anjo Mau’, o primeiro dos muitos sucessos de Guilherme Arantes no horário nobre; ‘Lindo Balão Azul’, que leva os ouvintes de todas as idades numa viagem no tempo; e mais ‘Deixa Chover’, ‘Lance Legal’, ‘Coisas do Brasil’, ‘Pedacinhos’, ‘Brincar de Viver’… é ‘hit’ que não acaba mais.

‘Intimidade’, como o próprio nome diz, é uma apresentação intimista para um público pequeno e, como se vê no DVD, predominantemente adolescente. Guilherme Arantes mostra-se bastante à vontade entre esses jovens fãs, não porque tem a mesma idade que eles, mas porque suas letras revelam um romantismo que lhes é familiar, uma certa ingenuidade que parece dizer “eu, vocês, todos nós passamos pelas mesmas coisas”. São melodias imortais, que pegam carona numa cauda de cometa e viajam aos corações dos fãs de qualquer geração.

É incrível ver a facilidade com que Guilherme Arantes compõe belas harmonias, acordes menores e maiores que conversam entre si como velhos amigos. São canções que se reconhece na hora, tanto pelo timbre inconfundível do seu piano Steinway como pela voz emocionada e emocionante de quem está atrás dele. Guilherme Arantes não é mais aquele tecladista progressivo do grupo Moto Perpétuo, um jovem roqueiro influenciado por Rick Wakeman e Keith Emerson; hoje ele é o nosso Elton John, nosso Billy Joel, nosso hitmaker que escreve os sentimentos do inconsciente brasileiro com as mesmas mãos que deslizam agilmente pelas teclas brancas e pretas. Deve ser por isso que suas composições conquistaram não apenas o grande público, mas também colegas como Roberto Carlos, Caetano Veloso, Elis Regina e Fafá de Belém, entre dezenas de outros nomes que gravaram seu repertório.

É esse mesmo estilo consagrado que está presente em ‘Lótus’, seu novo disco. As belas melodias continuam lá, mas os fãs de longa data também vão conhecer uma nova face do artista. Em ‘Vaivém – Amor de Carnaval’ e ‘Verão de 59’, Guilherme Arantes, em parceria com Nelson Motta, homenageia os ‘quase 50 anos’ de ‘Chega de Saudade’ e da turma da Bossa Nova. ‘Verão de 59’ – que também vem de braço dado com uma versão Remix com bateria eletrônica, outra novidade – tem uma das mais belas letras do disco: “A memória de uma história / De uma juventude tão feliz / Que até parece que foi ontem, parece que foi sonho / Mas passou, passou /Como essa dor há de passar”.

Há diversas músicas que já nascem embaladas para as paradas de sucesso, como ‘Um Grão de Amor’, ‘Blue Moon Para Sempre’ e ‘Disque Sim’, de letra divertida (em parceria com Max Vianna), melodia fácil e rimas bem sacadas: “Você vai me ligar / Disque Sim, Disque Sim / Nem que eu fosse inventar alguém assim / Só pra mim”. Em ‘Salvador, Primavera e Outono’, Guilherme Arantes se rende aos encantos da capital baiana, para onde se mudou de mala, cuia e piano em 2000. A letra começa em Salvador, mas logo sai passeando por Sauípe, Praia do Forte e todo o litoral baiano, “até a fronteira com Sergipe”. Guilherme Arantes gostou tanto da Bahia que montou em Barra do Jacuípe, litoral norte do estado, a inovadora Coaxo do Sapo (www.coaxodosapo.com.br), uma mistura de estúdio, pousada e produtora de novos artistas. E como é um defensor da causa ecológica há muitos anos, Guilherme Arantes ainda arranjou tempo para criar o Instituto Planeta Água, ONG voltada à educação e pesquisa ambiental.

A grande surpresa de ‘Lótus’, no entanto, está guardada para o final do disco: ‘Tributo’, uma forte mensagem contra o racismo declamada no melhor estilo hip hop. Guilherme Arantes cantando rap? Pois é. Pode ter certeza de que ele manda muito bem. Quem entende do negócio sabe fazer música boa, não importa o estilo. E se ninguém sabe explicar de onde nascem as grandes canções, eu tenho um palpite: ontem, hoje e sempre, elas vêm sempre da cabeça de grandes compositores. Como Guilherme Arantes.

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